sexta-feira, 27 de março de 2009

Horário de Serviço Público - SMPC-Povoação

Não é a primeira vez que venho denunciar, a inércia da Câmara Municipal da Povoação em matéria de Protecção Civil, mas enquanto cidadão tenho o dever e obrigação de mostrar a todos as faltas de verdade.

Na Agenda Cultural, que devia ser acima de tudo verdadeira, constam números de Entidades, Instituições, Serviços, e um deles é o número de telefone do Serviço Municipal de Protecção Civil que, além de tudo e atendendo a especificidade da sua natureza deveria estar contactavél 24 horas.

Qual não é o meu espanto, que tento ligar para este némero que vem na Agenda, depois das 17:30 ninguém atende.

Pois não é de espantar que sendo um número geral da Câmara Municipal e como não tem ninguem depois dessa hora de serviço, não vale a pena estar aflito pk ninguem vai atender.

Ao menos e com tantos Telemóveis de Serviço disponibilizados por esta edilidade deveriam os ainda responsáveis deste municipio disponibilizar um NÚMERO DE TELEMÓVEL para estar contactavel 24 horas, pois nunca se sabe quando alguém vai precisar dos serviços do SMPC-Povoação.

Para não dizerem que estou a inventar cliquem aqui para confirmar e vejam a página 31.

www.cm-povoacao.pt/FileControl/AgendaCultural/Agenda_23.pdf

segunda-feira, 23 de março de 2009

"NÃO FALTES, É DO TEU INTERESSE"


sexta-feira, 13 de março de 2009

"Europeias 2009"

O Subsecretário dos Assuntos Europeus e Cooperação Externa e o Secretário Regional da Presidência, através da Direcção Regional da Juventude, em parceria com o Centro de Informação Europeia Jacques Delors, promovem de 12 a 28 de Março, nas 9 ilhas dos Açores, sessões de esclarecimento sobre as Eleições Europeias 2009.
De acordo com um inquérito Eurobarómetro realizado em 2007, apenas 31% dos inquiridos afirmaram conhecer os seus direitos enquanto cidadãos da União Europeia.
A cidadania europeia, introduzida em 1993, permite votar e ser eleito nas eleições locais e europeias, circular, residir e procurar trabalho na UE, receber protecção consular e diplomática de outro Estado-Membro se no país em questão o Estado de origem não tiver representação, dirigir petições ao PE e apresentar queixas ao Provedor de Justiça Europeu.
Neste sentido, a eurodeputada polaca Urszula Gacek relembrou que a cidadania europeia "é um acréscimo e não uma alternativa à cidadania nacional".
Nas eleições europeias de 2004, apenas 12% dos europeus utilizaram o seu direito de votar fora do país de residência. Gacek apela a mais e melhor comunicação com o cidadão médio comunitário, designadamente no que se refere à realização de campanhas de informação.
"O alargamento da União Europeia resultou num aumento considerável do número de cidadãos comunitários que residem fora do seu Estado-Membro de origem", refere o relatório do Eurobarómetro, sublinhando que "a cidadania da União também implica deveres e não apenas direitos, nomeadamente o dever de cumprir a legislação do Estado em que reside e respeitar as culturas dos demais cidadãos".Assim, o Subsecretário dos Assuntos Europeus e Cooperação Externa e o Secretário Regional da Presidência vêm convidar V. Exa. para a sessão “Europeias 2009”, Que se realiza no Concelho da Povoação em parceria com a Associação de Juventude do Concelho da Povoação no dia 14 de Março (Sábado) no Auditório Municipal da Povoação pelas 20:30h.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Seara Verde 21/02/2009

A PALAVRA…
Hoje em dia, é comum ouvir-se que a palavra já não é o que era. E talvez por isso, cada vez mais preferimos o escrito preto no branco, desacreditando a honradez da palavra.
E, mesmo assim, mesmo quando as coisas estão escritas, preto no branco, nem sempre se pode já confiar.
Vem isto a propósito das instituições do nosso Concelho que só podem sobreviver com apoios públicos e com o voluntarismo dos seus participantes e dirigentes que não auferem qualquer remuneração pelo exercício da sua actividade. E, quando esses apoios públicos não surgem, apesar de escritos, ou protocolados, seria bom que houvesse a consciência que se está a colocar em dificuldade o normal funcionamento destas mesmas instituições.
Devia fazer pensar que num Concelho como o nosso, onde existiram, entre outras, 5 Filarmónicas, 5 Grupos Folclóricos, Grupos de Violas e Tuna de Bandolins, 2 Clubes de Futebol, restem hoje bem poucas dessas instituições.
E mesmo as que se mantêm, vivem com muitas dificuldades, devido à falta dos tais apoios públicos adequados à evolução dos tempos, definida sobretudo pelo grau de motivação para a participação dos jovens que garantem o futuro destas mesmas instituições.
No caso das Instituições como as Filarmónicas, os Grupos Folclóricos, ou os Grupos de Teatro, os investimentos de maior vulto fazem-se durante o inverno, em época de defeso de receitas e de preparação para a execução das suas representações. Ora, se durante este período de investimento na preparação que é simultaneamente a época de menor arrecadação de receitas próprias, as entidades públicas não cumprirem com o protocolado, dificilmente estas instituições poderão evoluir, ou, ao menos, garantir as portas abertas.
Muitos poderão pensar que estes apoios serão um custo exorbitante, ou uma despesa desnecessária. Ao contrário desses que julgo serem poucos, sou de opinião que estes apoios devem ser considerados um investimento importante. Apoiar estas instituições, é investir no futuro dos nossos jovens, é contribuir para modos de vida saudáveis, é prepará-los para a cidadania activa.
Acredito que se tivermos esta mentalidade, estaremos a construir uma melhor sociedade e daqui a algum tempo estaremos a usufruir dos benefícios que advirão para todos.
Quando ouço pais queixarem-se que os seus filhos passam muito tempo no computador, ou a ver Televisão, fico preocupado. E nestas situações, mais lembra a ocupação dos tempos livres, através da prática desportiva ou da educação musical. Investir em saudáveis ocupações dos tempos livres dos jovens nas Filarmónicas, na Academia de Música, nos Grupos Folclóricos, nos Grupos de Futebol, nos Bombeiros e em tantas outras actividades é um investimento lucrativo para todas as Freguesias do nosso Concelho.
Qualquer responsável político do nosso Concelho tem a obrigação de estar preocupado diariamente na preservação destas instituições que durante anos, algumas até centenárias, tem dado o seu contributo para proporcionar melhor desenvolvimento às populações do Concelho e das suas Freguesias.
Devem também os responsáveis políticos do Concelho da Povoação tratar de forma equitativa estas instituições e obrigatoriamente regulamentar e fazer cumprir os apoios concedidos às instituições.
Mas, acima de tudo, requer-se a honradez da palavra, permitindo-se que o futuro seja salvaguardado e que as instituições do Concelho da Povoação tenham a dignidade e o respeito pelo trabalho que durante todos estes anos tem vindo a desenvolver.
André Ávila

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

REVIVER O DESPORTO AUTOMÓVEL

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Vejam bem...

O presidente do Governo dos Açores disse que “as nossas Santas Casas, as nossas IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social) e os nossos centros paroquiais devem lembrar-se todos os dias de que o seu património não são os seus terrenos, as suas casas, os seus equipamentos ou o seu dinheiro”.

Carlos César – que falava no decorrer da cerimónia, a que presidiu, do lançamento da primeira pedra do Centro de Actividades Ocupacionais da Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca do Campo – acrescentou que o património das instituições a que aludiu “é o património imaterial, que corresponde ao valor da dádiva que fazem, em termos de promoção da dignidade humana e de inclusão social”.

Sublinhando ser esse o verdadeiro património das Santas Casas da Misericórdia, afirmou não ficar satisfeito quando vê algumas dessas instituições, bem como IPSS e outras organizações, “disputarem com o Governo, como se fossem uma empresa, como se estivessem mais preocupadas em saber quantos terrenos têm, quantas casas os utentes lhes deixam, quanto dinheiro têm no cofre”.

Para o presidente do Governo, o importante deve ser o trabalho de todos quantos pertencem a essas instituições em favor, como disse, da dignidade humana e da inclusão social, considerando que “se as Santas Casas ou as IPSS, quisessem fazer negócio ou tivessem essa função, nós não fazíamos protocolos nem contratos com elas”, pois “estamos a recorrer a movimentos, associações e organizações que congregam voluntariado, que congregam vontade de fazer e de praticar o bem público”.

O presidente do Governo, realçando esse contínuo empenhamento, realçou que “hoje não estamos a falar por falar. Hoje estamos mesmo a deitar mãos à obra, em benefício das famílias e dos Açores. Falar de obra não é muito simples. Realizá-la é algo mais complexo, que exige preparação, ponderação, tecnicidade, responsabilidade e noção dos meios.”