quarta-feira, 2 de julho de 2008

Associação de Juventude do Concelho da Povoação


Já está legalmente constituída a Associação de Juventude do Concelho da Povoação (AJCP), tendo a assinatura da necessária escritura sido efectuada no Cartório Notarial da Povoação. Para os promotores do projecto, a criação da Associação “visa colmatar uma falha de há muitos anos, pois somos dos poucos concelhos que não tinha uma associação de juventude oficializada e inscrita na Direcção Regional da Juventude”, conforme refere André Ávila, presidente da respectiva Comissão Instaladora. Para a AJCP, é urgente mobilizar e integrar os jovens na comunidade, possibilitando uma melhor integração social destes e promover hábitos de vida saudáveis. Outra das prioridades da nova Associação de Juventude passa por potenciar um maior intercâmbio entre os jovens do Concelho e outros jovens dos Açores, continente e Europa. Paralelamente e em termos de projectos imediatos, está a elaboração de um programa para a “Semana da Juventude”, anualmente promovida pela Direcção Regional da Juventude e que a Associação quer organizar no Concelho. Organizar sessões de esclarecimento sobre temas da juventude, transmitir os anseios e preocupações dos jovens aos detentores de responsabilidade política, tanto local como regional, são outras das acções previstas e que pretendem ser “o início de um longo trabalho a realizar em prol dos jovens”, salienta o responsável pela AJCP.
rui leite melo
Açoriano Oriental dia 2 de Julho de 2008

Site Informativo I Workshop Filarminicas Faial da Terra 2008



quarta-feira, 4 de junho de 2008


Durante dois dias (15 e 16 de Maio) realizou-se em Ponta Delgada as Jornadas PLESCAMAC, (Plano de Emergência Sanitária em caso de Catástrofe na Macaronésia).
Nestas Jornadas tiveram os presentes a oportunidade de ouvir vários especialistas em medicina de catástrofe, responsáveis por Serviços de Protecção Civil de nível Regional e Municipal, tanto dos Açores com da Madeira e das Canárias e ainda operacionais de Serviços Militares e de operacionais civis em contingentes militares no estrangeiro.
Também foram apresentadas comunicações elaboradas por especialistas dos Açores, relativas a vários estudos, sobre algumas zonas de risco, existentes nas nossas ilhas. Destas comunicações relevam-se as recomendações técnicas apresentadas.
Foi interessante verificar que muitos dos palestrantes invocaram o caso da Povoação, confirmando as minhas maiores preocupações que, de há muito, já existem.
É que nos estudos sobre os riscos existe uma variável, chamada de período de retorno, que significa a periodicidade com que acontecem determinadas situações de catástrofe, ou seja, quanto maior for o registo de certos acontecimentos, maior é o risco de eles voltarem a acontecer.
Desta forma o Concelho da Povoação tem registo de situações de Acidentes Graves em 1439, em 1522 (epicentro Vila Franca, mas que atingiu fortemente o Concelho da Povoação), por volta de 1900 e a partir de 1986 todos nós sabemos das repetidas situações que nos bateram à porta.
Relembro as situações que aconteceram que, aliás não deviam ser esquecidas, tanto pelos responsáveis como pela população:
1. 1986- Cheias torrenciais que atingiram a Vila da Povoação, a Freguesia do Faial da Terra e parte da Freguesia da Ribeira Quente.
2. 1995- Deslocamento massivo de terras na zona do Fojo nas Furnas.
3. 1996- Cheias torrenciais que atingiram as Freguesias das Furnas, Ribeira Quente, Faial da Terra e a Vila da Povoação.
4. 1996- Estas cheias repetiram-se por três vezes, embora com menor intensidade.
5. 1997- Deslocamento massivo de terras na Ribeira Quente, donde resultou a morte de 29 pessoas.
Desta forma, uma coisa que não devemos fazer é simplesmente esperar que a próxima situação aconteça. Por isso, necessário se torna prevenir para que os danos sejam os mínimos possíveis.
O projecto integrado de prevenção das cheias, deve ser implementado no Concelho, tal como já o foi em outros países da Europa.
Mas a prevenção também depende de todos nós e sobretudo dos responsáveis municipais pela Protecção Civil.
Vivemos em ilhas que têm tanto de belo como de situações de risco, devendo por isso ter consciência do risco permanente, como deslocamento de terras, cheias torrenciais, sismos ou vulcões.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

CAMPANHA DE VOLUNTARIADO "ALISTA-TE"


segunda-feira, 24 de março de 2008

DASH DA BOMBARDIER SÃO OS ESCOLHIDOS


Carlos César anuncia opção da SATA por aviões DASH para a renovação da frota da Air-Açores .
A nova frota será constituída por duas unidades do modelo DASH Q200, de 37 lugares, e quatro unidades do modelo DASH Q400, de 80 lugares, num investimento global de 111,6 milhões de dólares norte-americanos, cerca de 72 milhões de euros.
Das razões que fundamentam a escolha, destacou as seguintes vantagens dos aviões DASH: o modelo Q200 apresenta inegáveis vantagens para a operação no Corvo, Flores, Graciosa, e S. Jorge, permitindo à SATA melhorar substancialmente o serviço aos passageiros nas rotas que servem estas ilhas, introduzindo níveis de qualidade, rapidez e segurança muito superiores aos actuais, o que possibilitará, inclusive, adicionar maior número de frequências.
A renovação da frota far-se-á em 2009 e em 2010, prevendo-se, em primeiro lugar, a entrega dos Q-200, enquanto os novos modelos DASH Q-400 só sairão da fábrica em 2010.


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Plano Municipal de Emergência da Povoação



ALERTA VERMELHO....PME

Quem tem a oportunidade de ler o Plano de Emergência da Povoação depara se com um documento todo ele bem escrito.
Como devem saber um plano de Emergência tem de ser dinâmico, constantemente testado e melhorado.
O facto é que no nosso concelho ainda ninguém sabe se o plano é bom pois nunca foi testado e para isso é que existe a denominação de simulacros, pois serve para se testar a orgânica de comunicação entre intervenientes num teatro de operações onde cada um dos seus intervenientes se deve reger pelo que esta escrito no Plano e se acreditam que será bem aplicado em situação real estão enganados a probabilidade e bem reduzida ainda mais sem ser testado e avaliado em situação simulada.
Não gostaria que o Plano de Emergência que muito dinheiro custou ao concelho servisse apenas para cumprir um formalismo legal pois os prejudicados serão as populações em aflição.