quinta-feira, 4 de outubro de 2007

A (IN)SEGURANÇA


Desde algum tempo no nosso concelho vivemos um ambiente de intranquilidade já não apenas de noite mas também agora de dia.
São inúmeros os relatos de assaltos que se tem vindo a verificar, e muitas vezes episódios caricatos, para quem houve, e acho que também para a nossa força de segurança, pois nada ou quase nada tem feito, que assuste os amigos do alheio.
Devem ser bem poucas as casas comerciais nesta vila que não conheceram uma entrada meia forçada sem os donos e que não limpassem o que por lá havia. Como já quase todas essas casas comerciais já “foram limpas” agora e necessário alargar o mercado e não é que as casas particulares estão a ser limpas, e limpam tudo é dinheiro, roupa, ouros, até ferramentas (ainda se fosse para trabalharem com elas).
O mais caricato é que não vemos a nossa força de segurança publica que tanto brio tem nas suas operações stop em fins de semana que o tribunal da Povoação esta de serviço, não tenha o mesmo brio em terminar com estes casos de policia no nosso concelho.
A segurança é um direito que assiste a todos os cidadãos, não quero pensar que além de estarmos a pagar para ter segurança com os nossos impostos temos de pagar ainda a empresas privadas para garantir a segurança das nossas casas.
Tenham consideração pelos povoacenses e retribuem pelo menos este direito a todos os cidadãos. O DIREITO A SEGURANÇA.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

COMEMORAÇÕES 10 ANOS RMG/RSI AÇORES

"...PARA VERMOS O ARCO ÍRIS, TEMOS DE AGUENTAR A CHUVA..."
Beneficiário de RSI dos Açores










quarta-feira, 12 de setembro de 2007

THE USA

Desde a muito tempo a nossa Região é palco de emigração, ora por efeitos das guerras, ora por busca de uma melhor qualidade de vida, mas quase sempre com um sentimento comum que é a aventura.
Entrar num pais como os EUA, impõe sempre algum respeito, não só pelas medidas de segurança mas também forma como os nossos patrícios vivem o respeito pelo país que os adoptou.
É curioso, verificar em cidades como New Bedford ou Fall River, onde se houve falar português nas ruas, onde se toma o café português, onde se bebe a cerveja portuguesa, onde se vê a televisão portuguesa, envolvida em regras e leis, que nada têm a ver com Portugal, com isto não estou a tecer qualquer critica mas sim a constatar factos pois e efectivamente outro pais.
Mas também é um pais de grandes desigualdades, onde não temos a hipótese de discutir se esta bem ou mal, “é e pronto”.
Contudo muitos dos que emigraram vivem de uma forma que em Portugal nunca teriam hipótese, é efectivamente um pais de oportunidades, onde até no desemprego se ganha mais do que muitos licenciados empregados no nosso Pais.
E não me venham dizer que o custo de vida lá é muito mais elevado, na zona onde estão os nossos compatriotas, não o é. Como se explica que um carro com mais cilindrada, mais extras custe menos 20.000,00 euros do que em Portugal. Este é um exemplo.
Agora se pensarmos em viver em zonas mais cosmopolitas, ai sim pode se dizer que o nível de vida é elevado.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

FOTOGRAFIAS VIAGEM A TERCEIRA S.M.S.C.J.







quarta-feira, 15 de agosto de 2007

VERÃO 2007


A última semana tive a oportunidade de acompanhar a Filarmónica Sagrado Coração de Jesus, do Faial da Terra á ilha Terceira mais propriamente as Festa da Praia 2007, e a Orquestra da Câmara Municipal da Povoação a Semana do Mar na Horta, Ilha do Faial.
São sempre agradáveis os momentos de convívio entre estes grupos e não vou comparar porque diverti-me imenso com estes dois grupos, são grupos onde passo varias horas a tocar musica e com eles gosto de estar.
Mas uma coisa devo confessar a Filarmónica do Faial da Terra brilhou na Ilha Terceira, por onde passávamos as palmas enchiam-nos de orgulho, dando-nos valor, a um esforço de meses a preparar concertos e procissões. Para um músico não há nada melhor do que receber palmas quando esta a tocar e isso sentimos calorosamente nesta viagem.
Por outro lado, e costuma ser mais difícil é o convívio entre as varias gerações mas mesmo isso foi bonito de se ver, desde os mais jovens aos menos jovens todos se divertiram e assumiram com responsabilidade a missão de representar a sua terra com brilho.
Com a Orquestra da Câmara Municipal da Povoação, não foi a primeira vez que sai com eles, mais uma vez o convívio foi o prato forte ( e a bebida ), independentemente dos contratempos que já nos são familiares, demonstramos que esta orquestra é composta por músicos de grande valor e que motivados, por onde passam são os melhores.
Gostaria que quem organiza as viagens da orquestra o fizesse com o respeito que sentimos por quem nos recebe…

sábado, 28 de julho de 2007

BOMBEIRO VOLUNTÁRIO


Ser Bombeiro Voluntário é uma das mais nobres funções que um ser humano pode exercer enquanto vivo.
Estar disponível a qualquer hora e em qualquer situação, sem remuneração, deveria ser entendido pelo resto da população como um acto a valorizar e não a desvalorizar.
Entendo o ser Bombeiro Voluntário como uma missão, um serviço e uma obrigação pois se recebemos formação para determinadas situações não sabemos onde e quando temos de por em prática esse nosso saber.
Enquanto estive por terras do Continente, mais propriamente por terras de trás-os-montes, procurei aprender uma realidade que ainda não sentimos aqui nos açores a realidade dos Incêndios Florestais.
Lembro-me que no início muitos acharam-me louco, talvez o seja mas não sei ouvir uma sirene e ficar pávido e sereno como se não fosse nada comigo. A primeira vez que ouvi a sirene no continente estava eu em Mirandela, de imediato acorri ao quartel perguntando se podia ser útil, tinha 6 meses de bombeiro. Era um Incêndio Florestal que estava a deflagrar e que estava a por em perigo habitações, O Comandante da Corporação de Mirandela, olhou para mim e disse, “…não temos farda disponível…” ao qual respondi tenho a minha farda no carro e ele disse “… então seja bem vindo…. “.
Na Cidade de Vila Real foi mais ou menos a mesma situação apresentei-me no quartel dos Bombeiros Voluntários da Cruz Verde expliquei que estava a viver lá, que era Bombeiro nos Açores e logo aceitaram-me como um deles.
Mais tarde quando fui estagiar para Murça pedi ao Comandante dos Bombeiros Voluntários de Murça autorização para intervir juntamente com os seus homens ao qual também fui aceite.
Nestas 3 Corporações de Bombeiros aprendi um pouco de tudo, a realidade dos Incêndios Florestais, dos acidentes da famosa IP4, e de toda a envolvencia que este tipo de situação trás.
Sinto-me mais rico no saber enquanto Bombeiro e Pessoa, tive a oportunidade de fazer amigos que nunca esquecerei e que não vou dizer os seus nomes para não falhar nenhum, por isso agradeço a todos os elementos das Corporações de Mirandela, Cruz Verde e Murça, nas pessoas dos seus Comandos, especialmente ao Comandante Joaquim Teixeira de Murça, ao Comandante Mota da Cruz Verde e o seu 2ºComandante o meu amigo Miguel, e seus Adjuntos Eduardo, este com um abraço especial, e o Adjunto Joaquim.
Agradeço a oportunidade que me deram, espero que continuem a dar com o mesmo espírito o vosso máximo ás corporações.
E agora que prevêem um mês de Agosto quente um bom trabalho para vocês e sabem que se necessitarem e só apitar.
Ser Bombeiro Voluntário é uma das mais nobres funções que um ser humano pode exercer enquanto vivo.
Estar disponível a qualquer hora e em qualquer situação, sem remuneração, deveria ser entendido pelo resto da população como um acto a valorizar e não a desvalorizar.
Entendo o ser Bombeiro Voluntário como uma missão, um serviço e uma obrigação pois se recebemos formação para determinadas situações não sabemos onde e quando temos de por em prática esse nosso saber.
Enquanto estive por terras do Continente, mais propriamente por terras de trás-os-montes, procurei aprender uma realidade que ainda não sentimos aqui nos açores a realidade dos Incêndios Florestais.
Lembro-me que no início muitos acharam-me louco, talvez o seja mas não sei ouvir uma sirene e ficar pávido e sereno como se não fosse nada comigo. A primeira vez que ouvi a sirene no continente estava eu em Mirandela, de imediato acorri ao quartel perguntando se podia ser útil, tinha 6 meses de bombeiro. Era um Incêndio Florestal que estava a deflagrar e que estava a por em perigo habitações, O Comandante da Corporação de Mirandela, olhou para mim e disse, “…não temos farda disponível…” ao qual respondi tenho a minha farda no carro e ele disse “… então seja bem vindo…. “.
Na Cidade de Vila Real foi mais ou menos a mesma situação apresentei-me no quartel dos Bombeiros Voluntários da Cruz Verde expliquei que estava a viver lá, que era Bombeiro nos Açores e logo aceitaram-me como um deles.
Mais tarde quando fui estagiar para Murça pedi ao Comandante dos Bombeiros Voluntários de Murça autorização para intervir juntamente com os seus homens ao qual também fui aceite.
Nestas 3 Corporações de Bombeiros aprendi um pouco de tudo, a realidade dos Incêndios Florestais, dos acidentes da famosa IP4, e de toda a envolvencia que este tipo de situação trás.
Sinto-me mais rico no saber enquanto Bombeiro e Pessoa, tive a oportunidade de fazer amigos que nunca esquecerei e que não vou dizer os seus nomes para não falhar nenhum, por isso agradeço a todos os elementos das Corporações de Mirandela, Cruz Verde e Murça, nas pessoas dos seus Comandos, especialmente ao Comandante Joaquim Teixeira de Murça, ao Comandante Mota da Cruz Verde e o seu 2ºComandante o meu amigo Miguel, e seus Adjuntos Eduardo, este com um abraço especial, e o Adjunto Joaquim.
Agradeço a oportunidade que me deram, espero que continuem a dar com o mesmo espírito o vosso máximo ás corporações.
E agora que prevêem um mês de Agosto quente um bom trabalho para vocês e sabem que se necessitarem e só apitar.