sexta-feira, 16 de novembro de 2007

www.gdc.com.pt - Rallye da Ribeira Grande 2007

quinta-feira, 15 de novembro de 2007


sábado, 3 de novembro de 2007

"A TOXICODEPENDÊNCIA"

"O toxicómano é um cidadão de pleno direito, com os seus deveres e direitos, que revela sofrimento e dificuldades psíquicas e sociais, devendo a sua situação ser considerada como provisória e reversível.”
Federação Europeia de Intervenientes em Toxicodependência

A toxicodependência é um fenómeno, cuja explicação e intervenção deve assentar na análise de três variáveis: a individual, a familiar e a social.
Para além dos aspectos intrínsecos da droga enquanto produto, a toxicodependência como processo assenta, por um lado, no indivíduo, cujo percurso de vida se constrói com as condicionantes que o envolvem, por outro lado na família, que lhe forneceu os primeiros quadros de referência geradores do seu processo de socialização, e na sociedade que o integra, de acordo com as normas e regras subjacentes a essa mesma sociedade.
Por esta razão a toxicodependência é um fenómeno total, que compreende as diferentes dimensões da vida social e humana. Neste sentido a intervenção do Serviço Social deverá considerar a complexidade interactiva de todos estes factores e dela apreender os padrões que constituem objecto do seu interesse.
Independentemente das diferentes causas que conduzem à toxicodependência, o importante é ter a percepção de que todos os indivíduos não deixam de ser actores de um projecto individual.
Com efeito, alguns actores sociais assumem formas de estar e enveredam por caminhos que nem sempre a sociedade aceita como comportamentos aprovados. A toxicodependência é uma dessas opções, cuja vontade individual nem sempre é fácil de distinguir das contingências e das coerções da vida familiar e social.
A intervenção na área da toxicodependência pode ser realizada ao nível da Prevenção, da Redução de Riscos e Minimização de Danos; assim como, na Reinserção Social e na Investigação.
“A prevenção (…) é uma estratégia para evitar que aconteça algo considerado negativo. É geralmente uma estratégia recomendada com base no pressuposto de que o Estado de um sistema individual/interno familiar, comunitário, etc.; anterior a um problema é mais harmonioso. (Melo, 2002,pp:?)
A prevenção pode ser primária, onde não existe uma intervenção “directa” sobre o fenómeno.
A prevenção também pode ser secundária. Esta visa preparar o indivíduo e o seu meio envolvente com as condições necessárias à sua reinserção.
Os Assistentes Sociais assumem um papel importante de interacção com o meio e com a equipa técnica (nomeadamente o terapeuta), constituindo ponto de ligação e de mediador. É de referir que o acompanhamento se reveste de uma importância extrema de modo a estabelecer uma relação de ajuda com o indivíduo, criando uma relação de empatia.
Paralelamente, há todo um trabalho de investigação e formação que deve sustentar teoricamente a prática, nomeadamente sobre as características das drogas e do trabalho com toxicodependentes.
O desenvolvimento do projecto terapêutico deve ser individualizado encarado numa perspectiva integrada e onde o sujeito deve ser visto numa lógica Bio-Psico-social.
Para se realizar uma abordagem terapêutica existem determinados factores a considerar, tais como, as características individuais, as motivações/objectivos/expectativas, as condições familiares e sócio-económicas e os recursos que existem.
Existem diversos níveis de objectivos que o indivíduo e o técnico pretendem alcançar num tratamento em toxicodependência. A abstinência ao nível das substâncias e a reestruturação do estilo de vida, estes devem andar um a par do outro, são o primeiro objectivo.
Como objectivo intermédio surge a diminuição dos consumos e dos riscos associados ao consumo, a melhoria do estado de saúde e a melhoria do funcionamento familiar, laboral e social.
A autonomização é o último objectivo, o indivíduo deixa de consumir drogas e passa a ser independente ao nível das substâncias e a todos os níveis da sua vida.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

AÇORES - Visitem ...

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

A (IN)SEGURANÇA


Desde algum tempo no nosso concelho vivemos um ambiente de intranquilidade já não apenas de noite mas também agora de dia.
São inúmeros os relatos de assaltos que se tem vindo a verificar, e muitas vezes episódios caricatos, para quem houve, e acho que também para a nossa força de segurança, pois nada ou quase nada tem feito, que assuste os amigos do alheio.
Devem ser bem poucas as casas comerciais nesta vila que não conheceram uma entrada meia forçada sem os donos e que não limpassem o que por lá havia. Como já quase todas essas casas comerciais já “foram limpas” agora e necessário alargar o mercado e não é que as casas particulares estão a ser limpas, e limpam tudo é dinheiro, roupa, ouros, até ferramentas (ainda se fosse para trabalharem com elas).
O mais caricato é que não vemos a nossa força de segurança publica que tanto brio tem nas suas operações stop em fins de semana que o tribunal da Povoação esta de serviço, não tenha o mesmo brio em terminar com estes casos de policia no nosso concelho.
A segurança é um direito que assiste a todos os cidadãos, não quero pensar que além de estarmos a pagar para ter segurança com os nossos impostos temos de pagar ainda a empresas privadas para garantir a segurança das nossas casas.
Tenham consideração pelos povoacenses e retribuem pelo menos este direito a todos os cidadãos. O DIREITO A SEGURANÇA.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

COMEMORAÇÕES 10 ANOS RMG/RSI AÇORES

"...PARA VERMOS O ARCO ÍRIS, TEMOS DE AGUENTAR A CHUVA..."
Beneficiário de RSI dos Açores