sábado, 14 de julho de 2007

MEMORIAS DO PRESENTE

Todos temos momentos em que sentimos um vazio, ainda mais quando perdemos algo que nos e próximo e pela qual temos um carinho especial.
Não quero dizer nomes porque acho que não estaria a ser correcto mas estes últimos dias senti uma tristeza enorme ao saber que uma pessoa pela qual tinha um grande carinho faleceu de doença prolongada.
Uma pessoa que sofreu durante muito tempo da sua vida, primeiro porque o seu marido, um senhor com uma força de vontade enorme de viver ficou acamado durante mais de 10 anos, e necessitava de todas as forças da família, depois porque lhe foi detectada uma doença que não tem cura, e que vai degradando a pessoa lentamente, lembro-me que mesmo com a perda de memoria e o facto de não reconhecer algumas pessoas raras foram as vezes que não me reconheceu, nas visitas que fazíamos aos fins de semana.
Essa força de vontade de viver e de dar o melhor aos seus familiares nomeadamente a sua neta deixa me uma grande lição de vida que nunca vou esquecer mas sim aplicar no meu futuro. Um bem-haja e que estejam os dois juntos agora sem o sofrimento de tantos anos. Estão os dois guardados no meu coração.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

O LIVRO DE POEMAS PENA E PLUMA



O livro de poemas Pena e Pluma, de Sónia Bettencourt, editado pela autora, em 2003, vai ser reeditado no Brasil, pela chancela Demónio Negro.

O lançamento do livro está previsto para o dia 14 de Julho, em edição bilingue, português/espanhol, em conjunto com outros três autores estrangeiros: Sarabanda, poesia de Ana Rusche; O Elemento Subterrâneo, poesia de Victor Del Franco; e a novela experimental História Impossível, de Furio Lonza.
A Autora
Sónia Bettencourt nasceu em 1977, em Angra do Heroísmo. Colabora como jornalista em diversos jornais e revistas, rádio e televisão. Como poeta, publicou Pena e Pluma (2003, Ed. de Autor). Com o conto Mar Vazio, venceu o Prémio Conto, categoria sénior, do Certame da Macaronésia de Jovens Artistas, Lanzarote, Canárias, 2005. Contos publicados na colectânea Eldorado, Vol.II (Brasil, 2006) e nas revistas Alhucema, 16 (Espanha, 2006); Magma, 3 (Açores, 2006); SeixoReview, 8 (Canadá, 2006) e Neo, 7 (Açores, 2007); Almiar Margen Cero (Espanha, 2007); CRU-A, 4 e 5 (Portugal, 2007); Minguante, 5 (Portugal, 2007); Mininas, 12 (Brasil, 2007).

terça-feira, 10 de julho de 2007

COMO É POSSIVEL


sábado, 30 de junho de 2007

terça-feira, 19 de junho de 2007

SEMANINHA DO CHICHARRO

SEMANINHA DO CHICHARRO

É com grande espanto que me deparo com a informação de que a já afamada Semana do Chicharro da Ribeira Quente perdeu algumas das suas raízes.
Deixou de ser uma Associação Local a organizar para ser a Câmara Municipal da Povoação que parece ter uma vocação inata para organizar este tipo de eventos...
Isto deve ser factor de reflexão neste concelho.
Uma Autarquia que deixa cair uma Associação com anos de prática na organização da Semana do Chicharro para ser ela própria a organizar, não faz sentido nos dias de hoje.
A iniciativa dos Agentes Locais deve ser ao contrário do que esta a fazer-se, incentivada e não motivo de inveja.
Proporcionar o estrangulamento financeiro de uma festa da dimensão da Semana do Chicharro com o objectivo de atrair a si a organização, deve ser entendido como um acto de malvadez e insensibilidade para com o movimento associativo.
A grandeza da Semana do Chicharro está reduzida a poucos dias. Estaremos cá para ver se essa pequenez se vai traduzir também numa redução de qualidade.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

SERVIÇOS MUNICIPAIS DE PROTECÇÃO CIVIL

A Protecção Civil é, nos termos da Lei de Bases, "a actividade desenvolvida pelo Estado e pelos cidadãos", "de carácter permanente, multisectorial e multidisciplinar", "com a finalidade de prevenir riscos colectivos inerentes a situações de acidente grave, catástrofe ou calamidade, de origem natural ou tecnológica, e de atenuar os seus efeitos e socorrer as pessoas em perigo, quando aquelas situações ocorram" .
A Protecção Civil é uma atribuição da Autarquia, nos termos do Dec. Lei 100/84 de 29 de Março no seu artigo 2.° alínea J), competindo ao Presidente da Câmara, nos termos do Art.° 53 alínea I), dirigir o Serviço Municipal de Protecção Civil, em estreita colaboração com o Serviço Nacional de Protecção Civil e no nosso caso com o Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores..
As Câmaras Municipais têm de estar atentas às necessidades de segurança de pessoas e bens na área do seu município, e tendo por objectivo não só a formação e a informação tendentes a uma eficiente prevenção, mas também uma actuação eficaz, coordenada e oportuna de todos os intervenientes nas operações em situação de emergência, delibera aprovar o projecto de alteração integral e submeter à Assembleia Municipal o novo Regulamento do Serviço Municipal de Protecção Civil.
Os SMPCs, devidamente integrados no quadro legal existente, atende à situação geográfica, à caracterização do concelho, à população residente e flutuante, ao património cultural e natural existente e às actividades económicas desenvolvidas, criando uma estrutura que, embora integrando todos os intervenientes nas vertentes de risco recenseadas, se manifeste simples, oportuna e eficaz nas situações de crise.
Atendendo à especialidade e à especificidade próprias de cada uma das instituições intervenientes, as áreas que compõem os SMPCs, devem apresentar grupos de trabalho o mais reduzidos possível, por forma a poder responder com eficácia e eficiência às exigências operacionais ou aos objectivos que se pretendem atingir.